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quarta-feira, fevereiro 20, 2013

Acordei feliz!

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Ora, hoje acordei feliz!
Quem me conhece sabe que isso é coisa rara.
Acordei tão feliz a ponto de não saber o que fazer naquela manhã.
Arrumar a cama? Trocar de roupa? Tomar café? O que eu faço?!
Não sabia para onde ia, fui para a sala errada procurar algo que nem sabia o que era.
Mas estava feliz, feliz...
Não sabia nem ao menos onde estava guardada minha canela.
Troquei as coisas de lugar, mas feliz!
Cambaleando era como eu andava.
Eu acordei feliz como não acontecia a tempos.
Uns dirão que é a ansiedade pela faculdade.
Outros dirão que é amor...
Mas calma! Amor pra mim não é confusão.
Amor pra mim é... Ah, deixa pra lá, outro dia posso falar.
Pois hoje estou feliz e não é por amor.
sábado, fevereiro 16, 2013

Melancolia e alegria do passado

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Nostalgia me faz ter a sensação de tocar o céu, o impossível, sentir que valeu o esforço e o que foi vivido. Pode ser nostalgia de um, dois meses ou até cinco anos, não importa! Mescla de dor, melancolia e alegria, aperto no peito com uma risada. Como é possível tal sentimento? Além da saudade, como é possível o amor, o carinho pelos outros e pelas coisas? De onde vem tudo isso? E pra onde vai no final?… Tudo mudou depressa, mas minto que se digo que não deu tempo de viver. Vivi o que tinha para ser vivido, chega de imaginar “e se eu…”, era aquilo. E agora mal posso esperar pela próxima página que está chegando, será que minhas expectativas estarão certas ou pelo menos próximas? Uns até podem dizer que sim, porém chega de se prender no imagina, é hora de querer o agora! E o agora é tão bom… Apenas suplico para que eu não estrague tudo isso, que saiba dar o passos certos que pelo que estou vendo, estão certo até agora :)
terça-feira, fevereiro 12, 2013

Tormento!

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 Apago as luzes do quarto, deito na cama, apenas viro para um lado e pro outro, mas não consigo dormir. As luzes lá fora me cegam. O mundo simplesmente não para, continua girando, as vezes lentamente trazendo uma agonia infernal!
 Fecho os olhos novamente e o passado - não tão distante - começa a atormentar a mente. O fantasma volta, as “possibilidades” não arriscadas são novamente relembradas. Como se para os pensamentos? Só quero deixar isso totalmente de lado, mas sei que não irei conseguir tão cedo.
 Em meio dessas noites agonizantes, esqueço minhas orações, durmo no meio da prece. Não sei mais o que eu quero daqui pra frente, nem sei se devo querer alguma coisa, idealizar algo ou deixar as coisas seguirem… Falo em deixar as coisas irem como se fosse fácil, os desejos e sonhos tomam conta, sempre tento assumir o controle de tudo. Porém para certas coisas, não há controle.
sábado, dezembro 29, 2012

O limite indicando o fim


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 Às vezes, linhas são limites impostos, há muito o que dizer, explicar ou fantasiar.
 Porém o pior não é a linha acabar, mas sim descobrir que foi a ultima página em branco do caderno.
 Poucas vezes consegui a façanha de terminar um caderno, escrever até não haver mais espaço na ultima folha.
 A sensação era de missão cumprida, finalizada com sucesso, ficava feliz com o ocorrido, pois já sabia que iria se acabar.
 Mas e quando não percebemos que estamos chegando ao fim? O susto é doloroso, saber que teria muito mais a dizer e ser interrompido.
 Se guarda tudo na mente e ali se fica remoendo o final, não tem como aceitar um fim assim, de repente! Dói.
 Para ajudar, lemos todo santo dia o caderno, relemos toda história até chegar ao seu fim forçado e tentar encaixar algo para continuar, mas nada se encaixa! Não há espaça, não há chance alguma, porém dói desistir e dói também insistir.
 De tanto insistir em dar continuidade, chega a hora de cair em si e aceitar que aquele sim era e sempre será o final da história. Deve ser assim e está sendo, ponto final.
 Só é bom rezar, para a vontade de continuar não tomar conta novamente.
sexta-feira, agosto 03, 2012

Maratona dolorosa

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 Há tarefa por fazer, sai de casa agasalhada num dia quente, o tempo fecha; tudo já começa do avesso! Não tem perdão pra nada num dia assim, pisar na calçada de casa já te bastou.
 Perceber que, quem sabe, esteja arrumada de mais para apenas tratar de assuntos simples, estar com a roupa preferida, porém mancando de dor na perna esquerda; tá gata, Mona!
 O calor escaldante começa se intensifica e eis que surge o pesadelo, caminhar mais ou menos seis paradas até certo destino - os mais próximos não oferecem tudo que é preciso. Porém uma luz no fim do túnel aparece, seis paradas são poupadas no calor.
 Seis paradas poupadas, porém não 30 minutos! Em pé, com dor, esperando uma máquina terminar o serviço que por sinal não fica o desejado. Ok, terminou, vamos continuar.
 Sobe lomba, atravessa rua, entra nesse estabelecimento, entra naquele e o tempo fecha. Onde está a proteção para uma possível tempestade? Em casa, repousando. Solução: um investimento financeiro, barato, mas foi um gasto.
 Resto das tarefas são executadas à "trancos e barrancos". Fim de tudo, voltar pra cas... Opa, faltou algo na lista "to do list", corre desta fez usando a proteção, tempestade cai e forte. 
 A decepção: ver a condução partindo sem poder para-la e chegar a conclusão que terá que esperar mais trinta minutos em pé, com dor na perna. Para completar, calçado inútil se transforma numa lagoa!
quarta-feira, junho 20, 2012

Um bom motivo

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 Melhor que simplesmente sorrir por sorrir, é ter um motivo, um em específico. Melhor ainda é quando o motivo vem do nada, caí na tua frente e ainda é como tu querias.
 Nada parece real, é tudo tão bom... Tão bom lembrar de momentos, rir de bobagens, construiu o futuro sem preocupação, talvez de precipitando ou apenas prevendo o que está por vir.
 Poder ter motivo para perder a concentração na equação, caminhar tropeçando, mas sem machucar. Misturar e ver que mesmo assim está certo, deixar a ansiedade tomar conta.
 Não sei se tudo isso chegará a um mês ou um ano, não quero saber, quero apenas ir até onde tudo isso tem que ir e sorrir - mesmo sendo involuntariamente :)
sábado, junho 02, 2012

Enfim junho

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 Frio de estremecer o corpo, quase congelar a alma, esfriar os nervos.
 Estremeço o corpo, porém nem sempre de frio, as emoções se sacodem para se aquecerem. Os momentos param para certas coisas e se agitam por outras, é necessário manter o calor.
 Um abrigo é tudo que procuramos nessa época, aconchegante e confortável para repousar o espírito e hibernar acordado. A mente recusa-se a parar de pensar e pensa, pensa e pensa... Bolas e mais bolas de neve descem ladeira abaixo! Começa-se inocentemente até criar - talvez, quem sabe - sentimentos, logo acalmados por um balde de água fria - chegou o inverno!
 Não querer algo, porém almeja-lo ao mesmo tempo, qual o problema da mente, não pode deixar quieto? Traga-me mais baldes, por favor.
 E nem deveria escrever porque chega de perguntas, o dia que saberei a resposta delas irei conta-las diretamente, não pedirei perguntas. Agora apenas deixe-me pensar até eu pedir água fria.
 Se o balde não vir, esperarei a chuva, as fortes chuvas de inverno que depois tornam o dia mais frio trazendo mais e mais pensamentos. As bolas de neve? Bom, vou coleciona-las, um dia escolho uma para viver.
segunda-feira, maio 07, 2012

Vem mateá comigo

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 Como bergamota, fico jiboiando no sofá, meu roupeiro é uma bagunça, compro 5 cacetinhos na padaria quando me obrigam, no inverno negrinho e chimarrão é a melhor pedida! 
 Admito que tenho medo de ser assaltada na Redença, deito o cabelo pra pegar o TM quando é preciso ir a Alvorada (ta, e vou poupar piadas, abraço pra galera de lá ;) e não, minha mãe não rancho.
 Saudade do pala azul, pena que ficou pequeno... Dá até vontade de usar, mas fica mais feio que tombo com mão no bolso aquilo em mim. 
 É, pois é tchê, hoje não é 20 de setembro, mas e lá tem data certa pra falar do meu Rio Grande? Pois aqui a gente faz negrinho, brigadeiro é coisa do exército, carregamos comida em vianda quando é necessário, tomamos batida com torrada e não vitamina com misto quente. Paramos na sinaleira e empinamos pandorga, subimos e descemos lombas...
 Véio, ser gaúcho é tudo de bom, meu!

Obs. Mateá vem de tomar chimarrão, tomar um "tame".
quinta-feira, abril 19, 2012

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 Atos não cometidos as vezes libertam, te deixam livre e em paz, quer dizer, não no primeiro momento, porém depois tudo fica claro e dá até pra perceber que foi ótimo o que aconteceu (ou melhor, não aconteceu)!
 Mente livre e limpa; renovada na raiva e no "como assim?".
 Aquilo que se pensava é somente lembrado, já foi (ou não foi) e não acontecerá -assim espero.
 Porém, ah porém... Nosso cérebro não sossega, o coração apela e daí pronto, trollagem! Não há em quem pensar ou no que pensar (não generalizando) então ele fica a procura, até vejo ele dizendo "procurando arquivo", porém acontece um "error 404_not_found".
 Entre esses "errors 404_not_found" da vida que ocorrem as melecas e gelecas sentimentais encontrando um arquivo sabe-se lá de onde e abrindo-o (isso quando não vem com vírus!). Qual problema da cabeça em aceitar o fato de não ter no que pensar?... Será o externo influenciando no interno? Oh Deus, como vou fazer!
 É, estou precisando de um firewall, anti-vírus pode vir de brinde, as vezes faz falta. Preciso bloquear coisas desnecessárias e impedir de infectar o que pouco me sobra da massa cinzenta.
quarta-feira, abril 11, 2012

As opiniões formam o mundo

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O ano começou totalmente diferente dos outros pra mim. Responsabilidades, cargos, desejos, tudo novo! Foi "ano novo" de verdade em quase tudo, até mesmo nos problemas que estão me fortalecendo -mentalmente e fisicamente, por mais incrível que isso pareça.

 Velhas manias continuam e são aquelas da época de criança, assim como algumas paixões -não por pessoas e sim coisas da vida. Estou cada vez mais tentando buscar conhecimentos, por mais bobos que possam parecer, quero poder afirmar coisas, provar outras e o principal, me defender! Me defender do mundo, da sociedade.

 Quero e estou agindo diferente, aos poucos, mas sinto progresso, quero chegar no outro ano diferente. E esse novo ano pode estar longe ainda assim como já está perto, tempo e suas "trolladas". Vejo as coisas passando e realizando-se, sinto certo orgulho quando ajudei algo a se formar, estou amando poder ajudar em certas coisas a minha volta.

 Porem nem tudo estão sendo flores no caminho, pressão da sociedade e do mundo está sempre aumentando, ao mesmo tempo busco armas para poder lutar, não irei me render quando já tenho opinião formada. Não gosto de entrar nesse assunto, não por falta de argumentos ou seiláoque, mas pelo cansaço, desgaste e o final que isso tem... O assunto é religião.

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 Mais do que nunca estou caindo no meio de testes com minha fé e crenças, quase todo dia tenho que "matar um leão" em função disso. Antes de qualquer coisa, sim eu sou católica apostólica romana e a "perseguição" está no dia-a-dia, a cada momento que defendo aquilo que creio.

 Não tenho intuito de converter nenhum ateu, se por acaso eu conseguir algo do tipo, ótimo, mas quando irão entender que não quero provocar ninguém? Quando irão entender que quando digo que amo a Deus não estou querendo impor isso? Há um diferença muito grande entre tentar impor, converter e apenas demonstrar minha opinião e crença.

 Pode me deixar sem argumento, sem como provar alguma coisa, mas entenda uma coisa: isso jamais irá fazer eu crer menos, pelo contrário, irá apenas fazer com que eu corra atrás de entendimento, oração, fortalecimento para estar cada vez mais preparada para o mundo, para poder erguer a cabeça e dizer em bom tom que "tenho sim 17 anos, sou como qualquer jovem e creio e amo a Deus"; te ofendi dizendo isso? Não me ofendo quando alguém diz "Deus não existe".

 Isso foi um desabafo sim, quem não gostou apenas feche sua janela e vai ser feliz, só não deboche da minha fé quando não te julgo por tu crer e ser aquilo que tu és. Jamais vou julgar alguém por um motivo tão idiota quanto esse, assim como há cristãos bons, há ateus bons; assim como há cristãos de fachada, há os "sou ateu graças a Deus" muitas vezes pela pressão social. Temos direitos de defender tudo aquilo que cremos, porem é importante saber o limite de tudo, ver que provocar, debochar, questionar tanto não leva a nada, apenas discórdia.

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 Seja qual for a crença ou a verdade, respeito a todos igualmente também esperando respeito dos mesmos :) pois a pesar de todas as diferenças -que consequentemente formam nosso mundo-, creio que todos temos uma coisa em comum: a esperança de um amanhã melhor. 

Boa semana a todos.
quarta-feira, março 14, 2012

Muda; mudar!

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 Que faço aqui além de mudar?
 Não quero, mas devo: entrar num contexto filosófico, o sentindo da vida. Isso sim, é coisa que não se pode dar resposta, daí sim que o sentindo some.
 O sentido é procura-lo, muda-lo, troca-lo; ora, quem sou eu pra filosofar, exercitar a mente? Mísera humana, humana, raça que tanto critico. Me critico, te critico, tu e todos! Somos horríveis a ponte de destruir o meio que vivemos e dependemos, como é possível?!
 Optar por ficar sozinha com meus próprios pensamentos é o que mais me engrandece, mas pra mim mesma. O poder de tirar conclusões, discutir, analisar sem julgamento, perceber certas coisas ao redor.
 Mas e até quando esse "isolamento" egoísta, o comportamento egocentrista fará bem? Quando meu "eu" interno gritar, vou atrás de recursos.
 Volto ao "mudar". Fisicamente não, psiquicamente sim, sim, SIM. Sorte poder mudar, ter uma nova "eu" a cada  ano, talvez mês, hora, semana... Mas qual é o problema que nós, miseráveis humanos temos e não conseguir se definir? Um chute: mudanças?
 Não sei quem sou eu. E até que ponto isso importa? Talvez quando me achar, não irei viver mais, pelo menos psiquicamente.
sábado, fevereiro 25, 2012

Algemada pelas entrelinhas

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foto nonsense, lol

 Quando para pra ler algumas coisas que já compartilhei aqui vejo o quanto as coisas estão mudando.
 Durante as 24 horas do meu dia, não percebo, elas apenas mudam e se vão. Li coisas que precisei fazer um esforço para lembrar sobre o que estava falando... Ah as entrelinhas que me prendo! Jamais tirarei estas algemas que driblam tanta coisa, exceto questionamentos.
 Tenho aquele amor e ódio por questionamentos. Amo que perguntem, pois sinto lembrada; odeio pelo fato de admitir ou até mentir. Sempre custosa na verdade quando não a aceito.
 Algumas coisas continuam as mesmas: não saber o que quero, o nojo da sociedade, as lembranças que assombram minha mente...
 E tudo que acabei de compartilhar me deixou muito feliz: estou mudando, oh glória! E mais feliz ainda por ter registros em que eu possa ver e confiar.
terça-feira, fevereiro 21, 2012

Censure meus pensamentos

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 Preciso de um remédio, uma droga.
 Forte, deve ser forte.
 Não ligo para o preço, pra isso tudo parar, ta valendo pagar.
 A noite continua sendo cruel, não tem piedade alguma.
 Por isso, preciso de um remédio.
 Me dá um remédio de auto-censura.
 Censura para bloquear pensamentos, aqueles que uma hora ou outra trarão dor.
 A terceira seguida não dá!
 E quando não se pensa de um lado, vem o outro na mente.
 Os dois estão quase sempre juntos, porem com sentimentos diferentes.
 E aí, tem o remédio que eu preciso?
 Pelo menos uma indicação, por favor...
 Pois minhas atitudes continuaram as mesmas e a perguntas depois também.
 Porque melhor amigo é foda, sempre vem com as "piores perguntas".
 E ele sempre sabe quando é mentira a resposta.

domingo, fevereiro 12, 2012

Pedra nos rins

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Hoje, post com trilha sonora. Dá play antes!

 Bah, daí então tu me vens com aquela, não sei se por acidente ou pra chamar atenção.
 O que eu fiz? Eu ri e muito! Admito o que sou, acalma-se.
 To de boa com tudo agora, depois da tempestade, quer dizer, um delas.
 Operada e cicatrizada, bom,  pelo menos do rim esquerdo sim, e creio que das coisas da cabeça também.
 Não bebo, apenas tasco boles dos amigos como se fizesse algo mudar, bêbada fico após a depressão e o choro. Encaro tudo "sarcastizando" e debochando.
 Se isso serve pra esconder alguma mágoa? Quem sabe...
 Só espero convites no momento. Espero convites no momento errado onde meu rim se recupera da "pedreira". Idiota!
 É, aquela dia eu esperei pra valer alguma coisa, me "preparei"... Ou melhor, me despreparei e esperei alguma coisa, sei lá, atitude. Por isso, desistir foi o melhor.
 O que recebo? Um par de olhos fixos em mim.
 Agora eu dou risada, que se dane também, me preocupo com outras coisas, como meu rim.
quarta-feira, janeiro 11, 2012

Lagrimas em deboche

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 Não tenho nada a ver com a vida de ninguém, o que fazem ou o que gostam. Cada um no seu canto fazendo o que acha melhor - já estou me defendendo antes de qualquer coisa!
 Não quero me meter, mas já me meti; como não se meter quando se está na blogosfera?
 Cada pessoa mesmo diferente, é uma igual a outra: problemas, amores, ódios, blogs, mães, vida.
 Sou igual e diferente de muitos e muitas. Encontrar um semelhante é prazer passageiro, achar o diferente é gloria permanente: concordar, rir e compreender pra quê? Gritar, provocar e duvidar tem um gosto mais saboroso, teimar, questionar, entender (ou pelo menos tentar) a opinião contrária.
 Provocar é peculiar a mim, cutucar o que está quieto e me incomodando de certa forma. Tanto que não quero mais ficar calada: Pra que tanta melancolia em textos? A vida anda tão ruim assim pra (quase) todo mundo que possuí um blog?
 Tirem suas conclusões, mas 90% dos blogs que sigo estão em depressão. Não os leio mais, procuro por novos, as vezes até fúteis, de desgraças chega as minhas.
 Sim, é um desabafo isso tudo, mas pra que overdose? Messa as palavras, dose a dor, transforme em comédia, por mais doloroso que seja. Já utilizei do deboche para aliviar leitores que tudo se resolveu tão rápido!
 Leve a vida mais suave, acalme-se e deboche um pouco, o final é sempre bom.
sexta-feira, dezembro 16, 2011

Pensar faz bem

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 Mundo sendo destruído, crianças perdendo a infância, xingamentos tornando-se elogios, amizades verdadeiras ficando tão raras como trevo de quatro folhas, o povo cada vez mais calado, pessoas morrendo de fome e ainda há gente que quer se matar só porque ele(a) não disse "Oi". Poupe-me! A sociedade anda mais suja que a calçada da sua rua, bilhões são roubados dos nossos bolsos a cada dia e você chora porque sua unha quebrou? Pare e reflita, deixe de lado a futilidade e use isso que todos chamam de cérebro. Você não é o único com problemas, mas também não é o ultimo. Antes de derramar uma lágrima por um "probleminha", lembre do que há ao lado, se coloque no lugar do outro  se importe com o próximo.
sexta-feira, novembro 18, 2011

Por que preciso dar um título?

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 Sigo rituais, não manias. São rituais; se me perco nas palavras, abro meu manual - complicado, mas tento entende-lo. Como eu disse, são rituais, rituais num manual de instruções.
 As drogas são as mesma, algumas vezes acompanhadas de bebidas como nesse caso. Sim, me entorpeço até cair. Caio num diluvio sem fim, profundo, buscando tentar explicar o que vejo, sinto, toco, compro, como, falo. Quando nem as drogas resolvem, apelo para os céus.
 Não quero fazer filosofias de balcão de bar, fazer piadas infames ou ser uma cantora bêbada mostrando ao mundo o amor com um violão. Se você levou tudo isso até agora sério, se oriente melhor, meu filho.
 Somos cheios de dedos quando se trata da vida. Ora, se vou cuidar meu "eu" a todo segundo, não há quem sobreviva. Mas a cor do meu cabelo até pode ser falsa ou meu tênis, porém minha verdadeira cara não irá se esconder mais. Passou o tempo de máscaras e personagens, se liga! Se tu mesmo não sair desse papel de idiota, um dia alguém irá tira-lo a força de ti.
 Ainda não li o livro que digo estar lendo, são tantas drogas me distraindo e me perco. Vamos conversar então, mas chega de falar das desgraças! Já não sou amarga o bastante?
 Pegue minha mão e vamos reparar as coisas paradas e quebradas em praça pública, correr sobre os carros do engarrafamento, comprar roupas em liquidação, furar uma fila, escrever uma carta.
 Pessoas pagam para viver ainda? Pagam por o que? Por amor, esperança, afeto. Não entendo como a humanidade pode ser tão escrota, suja. Sinto vergonha de fazer parte dela.
 E afinal de contas, quem está certo? Os doidos que se drogam - como eu - ou aqueles que vagam na selva de pedra como robôs?

Não, eu não uso drogas pra valer, são as drogas do século XXI, que apenas nos fazem engordar e aumentar o colesterol.
terça-feira, novembro 01, 2011

Súplica de novembro

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 Novembro o mês que me remete a pôr-do-sol, começo de verão, um pouco de solidão, mas as vezes bons camaradas também.
 Chegada a época em que todos discursam a mesma coisa: "O ano passou rápido", "O natal já está aí" ou talvez algo do tipo "Que calor, a cada ano fica pior". Clichés necessários da vida.
 Novembro, aquele que me remete a calor e não a tristeza; clareza das noites em horário de verão, a súplica por mais uma hora ao relento, por mais um sorriso, por mais um delírio de pré-verão.
 O aquecimento para o momento mais quente do ano está começando, altas temporadas em Tramandaí, Torres ou Pinhal. E eu, aqui no quintal, no máximo no laranjal do interior com o vento fresco batendo no peito ao entardecer.
 É época de viver um pouco a natureza, pisar na grama ao em vez do concreto; trocar as estufas de pés por chinelos; afrouxar a gravata e rezar para vencer mais um ano no ensino médio... Quer dizer, adiantei um pouco as coisas. Novembro realmente será cheio, sim, muito cheio.
 Leio promessas dos astros como se acreditasse ou apenas fingindo, se apegar em coisas a respeito do coração ditas sobre sabe-se lá o que pode trazer desilusões.
 Então querido Novembro, venho com a súplica, sim a clássica: Seja bom para mim <3
sexta-feira, outubro 21, 2011

Novo presente

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 Parece mentira que depois de um ano "cheio", está tudo "vazio". Tinha esquecido a sensação de não ter no que (ou melhor, em quem) pensar, procurar por horas iguais, frases para a situação ou músicas.
 Escuto as músicas, leio frases, vejo as horas e não penso, mas não descarto algo novo (ou alguém novo quem sabe). As expectativas continuam, porem sem nome; adivinho para o vizinho, me engano comigo - e com quem envolvo nisso.
 Não sinto falta do que passou, as vezes não consigo entender como pude gostar de tal pessoa ou como puder agir de tal forma em certos momentos.
 Parece que não aceito as coisas como estão, não é bem assim, apenas desacostumei com elas assim, normais. Quero, como sempre, saber o que está por trás da próxima esquina.
sexta-feira, outubro 07, 2011

Quando o presente é passado; quando o ar cheira melancolia

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 Desejos da madrugada...
 Após 00:30min o tempo torna-se melancólico, nostálgico, bobo, incapaz de arrancar um sorriso do novo e sim do que ficou nas páginas viradas.
 Não importa onde sento ou deito, passado torna-se presente e futuro... Bom, o futuro se vai planejando aos trancos e barrancos. Aqueles velhos diálogos impossíveis nem são mais lidos ou inventados; o "e se" vem a calhar e transforma vários sonhos em um tipo de realidade, num mundo paralelo. Nós já namoramos, sabia? E foi numa madrugada. E você, nem imagina que saímos juntos, né? Não posso esquecer do outro "nós" e "você" que quase foi mais que um amigo.
 Contos escritos e logo apagados, por que nossa mente não escreve páginas reais, daquela de papel mesmo para depois lermos cada detalhe? Será para nós não nos acostumarmos com o "não-real"? Ou para seguirmos em frente? Ora, quantas perguntas nessa madrugada que a cada segundo se torna mais dolorosa. E é uma dor sem motivo, uma dor que pode ter vindo de muito tempo ou que será explicada amanhã.
 Se tudo isso parece confusão, é porque não esteve em minha pele por esses dias. Algumas coisas nunca mudam e isso trás as dúvidas; coisas inesperadas são recebidas de gente menos inesperadas ainda e ainda quando penso, quase caio. Será que devo acreditar no "se confirmou"? Perguntas novamente e superstições tolas rondam a noite.
 E assim passo os dias, ou melhor, as madrugadas, as mais curtas e únicas da minha vida. Sentirei salta delas, e como sentirei. Talvez sentirei falta de não ter, se é que um dia te terei - e nem ao certo, de quem falo. O melhor que tenho a fazer agora é me afogar em profundas melodias e frases que combinei com a madrugada, ou seja, melancolia.

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