O que você precura?

Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens
sábado, fevereiro 23, 2013

#DicaDeLivro: Mulher Perdigueira

 Para aquelas apaixonadas e ciumentas. E para aqueles que gostam destas apaixonadas e ciumentas! Se identificou com a frase? Então trago o livro ideal para você, do escritor e poeta gaúcho Fabrício Carpinejar: Mulher Perdigueira.

 Na minha opinião, Carpinejar é um dos melhores escritores de crônicas, pelo menos o que mais aprecio. Poder encarar a realidade e fatos cotidiano de outra maneira pode, as vezes, parecer até distante de nós e quase não fazemos, por isso nunca é demais uma crônica no dia-a-dia.

Sinopse
 "A mulher perdigueira sofre um terrível preconceito no amor. Como se fosse um crime desejar alguém com toda intensidade. Ela não deveria confessar o que pensa ou exigir mais romance. Tem que se controlar, fingir que não está incomodada, mentir que não ficou machucada por alguma grosseria, omitir que não viu a cantada do seu parceiro para outra. Ela é vista como uma figura perigosa. Não pode criar saudade das banalidades, extrapolar a cota de telefonemas e perguntas. É condenada a se desculpar pelo excesso de cuidado. Pedir perdão pelo ciúme, pelo descontrole, pela insistência de sua boca. Exige-se que seja educada. Ora, só o morto é educado. O homem inventou de discriminá-la. Em nome do futebol. Para honrar a saída com os amigos. Para proteger suas manias. Diz que não quer uma mulher o perseguindo. Que procura uma figura submissa e controlada que não pegue no seu pé."
 Carpinejar trás inúmeros fatos e observações sobre o que, para nós muitas vezes, passa despercebido.

Ficou interessado(a)? Pois você encontra o livro na Saraiva (R$39) e na Cultura (também por R$39).
Por hoje é esta a dica que tenho. Acompanhe o blog, pois ainda há muitas outras dicas de livros!

Xoxo.

terça-feira, outubro 26, 2010

Canalha!


 Se aventurar faz parte da vida, não adianta nega. É bom provar o novo, o desconhecido, ainda mais quando logo o achamos.
 Um exemplo na minha vida disso, foi a primeira vez que fui ao cinema. Tinha sete para oito anos. Insisti, implorei para mãe até ela vir dizendo: "Tem certeza? Lá tudo fica escuro, não vais ter medo como em casa?". Ora, pensei. Em casa é muito diferente que o cinema, lá não há camas para monstros e espíritos malignos puxarem meus pés. Logo respondi: "Não! Eu quero ir!". Estava decidida e consegui; sim, amei a sensação de ficar uma hora trancada em uma sala escura assistindo a um conto de fadas. E não, não tive medo. 
 Sempre gostei de tentar o desconhecido, como acidentalmente, fiz esta semana...
 Queria um livro, mas não um qualquer, tinha de ser Canalha, do escritor Fabrício Carpinejar. A muito tempo almejava aquilo e tentava convencer a mãe a comprar online ou irmos na Feira de Livro em Porto Alegre com a esperança de acha-lo (o livro).
 Segunda -feira, acessei o site de uma livraria para ver o preço e as formas de pagamento online. A mãe quis que eu fizesse o cadastro. O fiz; mandou eu seguir em frente, marquei a opção 'boleto bancário'; segui as ordens dela e prossegui até ver que já tinha feito. Dentro do prazo de quatro a onze dias recebei o livro em minhas mãos. Sim, acidentalmente, comprei!
 Tive uma crise, suava frio, tremia, a barriga doía, tudo logo após ver o boleto pronto para ser imprimido e pago. Eu o queria muito, mas o bolso da mãe ainda não, foi um susto, ela se conformou, mas o aviso foi dado no meio de um sorriso: "Se tu não ler, vais engolir folha a folha...". Respirei fundo e respondi: "Não se preocupe. Lógico que irei ler, calma!". Admito que o medo estava segurando minha mão...

Postagens populares

 

Blog Template by BloggerCandy.com