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domingo, dezembro 25, 2011

Viva e deixe que critiquem - Boas festas

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 Esse ano, o natal mudou.
 Fez frio aqui no sul, vento, chuva, frio. Frio em dezembro, o globo se inverteu à partir do dia 24 - um sonho realizado, natal gelado.
 O natal foi diferente, o aconchego do lar foi trocado pelo cemitério, a vontade de Deus foi feita nesse final de semana em minha família. Mas pra que desespero? Doeu sim, porem a vida continua, estou viva e meus familiares também.
 Pareço fria? Bem, é como eu disse, nada de desespero, já chorei hoje por isso, mas a vida está passando, vamos apenas valoriza-la e as pessoas que amamos junto.
 Não vou mudar meu jeito de ser, já me preocupei muito com isso - e perdi muito tempo! Sei que já ofendi, critiquei, magoei, fiz darem risada, chorar também, mas espero que percebam que sou humana - por mais estranho que pareça, sou.
 Amo e sempre amarei; choro e sempre chorarei; grito e sempre gritarei; critico e sempre criticarei. Calma lá, eu sei meus defeitos, trabalho para corrigi-los, se critiquei, analise a crítica, as vezes pode ser construtiva. Aprenda a ser criticada(o), a vida é cruel.
 Aproveite as oportunidades - assim como farei a partir de já - chore, ame, grite, critique, VIVA!

 Feliz natal a todos (e a quem não comemora, Boas Festas)!
 Ps. lembre-se do aniversariante: Jesus Cristo <3
sexta-feira, dezembro 16, 2011

Pensar faz bem

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 Mundo sendo destruído, crianças perdendo a infância, xingamentos tornando-se elogios, amizades verdadeiras ficando tão raras como trevo de quatro folhas, o povo cada vez mais calado, pessoas morrendo de fome e ainda há gente que quer se matar só porque ele(a) não disse "Oi". Poupe-me! A sociedade anda mais suja que a calçada da sua rua, bilhões são roubados dos nossos bolsos a cada dia e você chora porque sua unha quebrou? Pare e reflita, deixe de lado a futilidade e use isso que todos chamam de cérebro. Você não é o único com problemas, mas também não é o ultimo. Antes de derramar uma lágrima por um "probleminha", lembre do que há ao lado, se coloque no lugar do outro  se importe com o próximo.
sexta-feira, novembro 18, 2011

Por que preciso dar um título?

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 Sigo rituais, não manias. São rituais; se me perco nas palavras, abro meu manual - complicado, mas tento entende-lo. Como eu disse, são rituais, rituais num manual de instruções.
 As drogas são as mesma, algumas vezes acompanhadas de bebidas como nesse caso. Sim, me entorpeço até cair. Caio num diluvio sem fim, profundo, buscando tentar explicar o que vejo, sinto, toco, compro, como, falo. Quando nem as drogas resolvem, apelo para os céus.
 Não quero fazer filosofias de balcão de bar, fazer piadas infames ou ser uma cantora bêbada mostrando ao mundo o amor com um violão. Se você levou tudo isso até agora sério, se oriente melhor, meu filho.
 Somos cheios de dedos quando se trata da vida. Ora, se vou cuidar meu "eu" a todo segundo, não há quem sobreviva. Mas a cor do meu cabelo até pode ser falsa ou meu tênis, porém minha verdadeira cara não irá se esconder mais. Passou o tempo de máscaras e personagens, se liga! Se tu mesmo não sair desse papel de idiota, um dia alguém irá tira-lo a força de ti.
 Ainda não li o livro que digo estar lendo, são tantas drogas me distraindo e me perco. Vamos conversar então, mas chega de falar das desgraças! Já não sou amarga o bastante?
 Pegue minha mão e vamos reparar as coisas paradas e quebradas em praça pública, correr sobre os carros do engarrafamento, comprar roupas em liquidação, furar uma fila, escrever uma carta.
 Pessoas pagam para viver ainda? Pagam por o que? Por amor, esperança, afeto. Não entendo como a humanidade pode ser tão escrota, suja. Sinto vergonha de fazer parte dela.
 E afinal de contas, quem está certo? Os doidos que se drogam - como eu - ou aqueles que vagam na selva de pedra como robôs?

Não, eu não uso drogas pra valer, são as drogas do século XXI, que apenas nos fazem engordar e aumentar o colesterol.
sexta-feira, outubro 07, 2011

Quando o presente é passado; quando o ar cheira melancolia

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 Desejos da madrugada...
 Após 00:30min o tempo torna-se melancólico, nostálgico, bobo, incapaz de arrancar um sorriso do novo e sim do que ficou nas páginas viradas.
 Não importa onde sento ou deito, passado torna-se presente e futuro... Bom, o futuro se vai planejando aos trancos e barrancos. Aqueles velhos diálogos impossíveis nem são mais lidos ou inventados; o "e se" vem a calhar e transforma vários sonhos em um tipo de realidade, num mundo paralelo. Nós já namoramos, sabia? E foi numa madrugada. E você, nem imagina que saímos juntos, né? Não posso esquecer do outro "nós" e "você" que quase foi mais que um amigo.
 Contos escritos e logo apagados, por que nossa mente não escreve páginas reais, daquela de papel mesmo para depois lermos cada detalhe? Será para nós não nos acostumarmos com o "não-real"? Ou para seguirmos em frente? Ora, quantas perguntas nessa madrugada que a cada segundo se torna mais dolorosa. E é uma dor sem motivo, uma dor que pode ter vindo de muito tempo ou que será explicada amanhã.
 Se tudo isso parece confusão, é porque não esteve em minha pele por esses dias. Algumas coisas nunca mudam e isso trás as dúvidas; coisas inesperadas são recebidas de gente menos inesperadas ainda e ainda quando penso, quase caio. Será que devo acreditar no "se confirmou"? Perguntas novamente e superstições tolas rondam a noite.
 E assim passo os dias, ou melhor, as madrugadas, as mais curtas e únicas da minha vida. Sentirei salta delas, e como sentirei. Talvez sentirei falta de não ter, se é que um dia te terei - e nem ao certo, de quem falo. O melhor que tenho a fazer agora é me afogar em profundas melodias e frases que combinei com a madrugada, ou seja, melancolia.
quarta-feira, setembro 21, 2011

"Sarcastizar" os canhões; destruir padrões da sociedade

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 Era uma vez, um tempo onde não havia espaço para "era uma vez...", não há imaginação, somente a pura realidade -as vezes maquiada, mas estava sempre lá.
 Nada de contos de fadas, esqueça princesas, cavalos brancos já não são tão brancos assim e os ratos jamais serão eles.
 Abra os olhos, veja o que está além das paredes, além da suas mente. Leia um romance, não contos de fadas; leia horror, comédia. Leia uma crônica, não ficção; ria um pouco da realidade, saia desse mundinho. Nem tudo pode ser tão amargo e se for, deixo-o sarcástico, não há como não rir depois.
 Sociedade hipócrita que apenas reclama -assumo que me encaixo na sociedade apenas por este motivo. Sou um erro muitas vezes: "Como assim, não?". Por isso prefiro passar adiante muita coisa sem deixar uma resposta, vão querer motivo, o motivo não é aceito, então vão se ferrar todos vocês!
 A melhor saída pra tudo as vezes, parecer ser apenas aumentar o volume do rock, relaxar,gritar "Highway to hell!" e deixar todos se matarem e se odiarem em suas guerras estúpidas mundo a fora, lutando por algum "ideal" que talvez, nem eles mesmos sabem qual é. Sangue derramado, pólvora queimada e povos exterminados por causa de meia duzia de filhosdaputa egoístas e cegos.
 Ora, agora vamos, me crucifiquem "Do que adianta você falar escrever se fica aí sentada sem levar a bunda para nada!" pelo simples fato de que só minha voz não terá força suficiente de calar milhões de canhões. À partir do memento que você também levantar sua bunda da cadeira e abrir sua boca para falar - algo que não seja merda - acho que alguma coisa irá funcionar nesse mundo sujo.
 Todos nós não passamos de peças de lego, sim lego. Somos montados e desmontados de acordo com a vontade desse caos chamado mundo. Se preferir, podemos ser Sims, controlados, recebendo ordens do que fazer e quando fazer.
 Sonho em quebrar algum padrão ou apenas apoiar a quebra de um; a exclusão será uma consequência disso. Não quero que me falem como vou me vestir ou caminhar hoje, obrigada e passe bem!
 Por que não apenas "sarcastizar" as desgraças? Não chorar ou apenas rir como idiotas que aplaudem animais num circo "dê mais pão e circo para o povo".
 Falar sério as vezes é bom, faz bem pra saúde, pena que não emagrece - mas que se dane, quem disse que quero seguir um padrão?
quinta-feira, setembro 15, 2011

Suplica de setembro

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 Parece que aceito o presente numa boa, ou pelo menos uma parte dele. Chega de lamentação por certas coisas, pelo menos por algumas coisas preciso deixar de ser dramática.
 Só consigo ouvir as mesmas músicas velhas; as novas parecem não fazer sentido, só irão fazer quando ficarem velhas. O presente não se encaixa para o presente; deixa o ontem para ser entendido melhor hoje.
 Posso estar imaginando coisas assim como pode ser real, mas prefiro acreditar que não é real - por mais estranho que possa parecer.
 O que me alegra é ver tudo ficar bem deste jeito. Tudo que está começando a acontecer e o que irá me agrada. Não quero criar expectativas, o que não me impede de sonhar, porem me faz sair da realidade e quando voltar não querer estar de volta.
 Tu não faz ideia de nada, não me preocupo por enquanto, eu disse por enquanto! Um passo de cada vez, nem sei para onde esse passos irão me levar - deixo isso nas mãos de Deus.
 Fiz um pedido, era um desejo: "Setembro, seja bom para mim", uma suplica para o número 9 do calendário, me dê sorrisos, não recuso lágrimas.
 O que tenho então, são dias ensolarados mesmo quando nublado, já as coisas são sempre sem lua, mesmo quando ela está lá iluminando o caminho. Bipolaridade controlada pela rotação da terra, sentimentos desaparecidos com o sol.
 Enquanto isso, pedidos são feitos à meia-noite, se serão realizados? Deixo isso nas mãos de Deus - novamente.
sexta-feira, março 11, 2011

Até quando (...)

Post a seguir trata-se de uma crítica social, o formato é
diferente dos de mais textos, enjoy :)
 Hoje somos beneficiados com muitas coisas, algumas destas coisas são seguro desemprego, ENEM, prouni, bolsa família entre outros. Mas isso é o sufiente? Com isso podemos viver sem preocupação? Bom, acho que não, nossa realidade não é assim, há pessoas sem moradia, comida, saúde, segurança e estudo a nossa volta. Claro que o país está desenvolvido e cresce cada vez mais, pena que estas mudanças e avanços não chegam a toda população, mas de quem é a culpa? A culpa é de nada mais do que do nosso governo, que obviamente sai ganhando e muito. Tudo bem, já estamos carecas de saber disso e nem vou comentar sobre “vote certo” pois acho que nenhum dos candidatos é o certo, sempre há alguém que sai perdendo, quer dizer, muita gente.
 Nunca estamos satisfeitos com o governo, criticamos e só há defeitos, o que falta é conhecimento, e de quem é a culpa? Logicamente é da mídia que juntamente com os governantes, comandam e manipulam a população escondendo a verdade, mostrando coisas legais e alegres para deixar o povo “feliz”, automaticamente eles (o povo) não se interessam por política, ficam com os olhos vendados. Como se isso já não bastasse, são criados eventos para entrete-las e distrai-las enquanto verbas são desviada e a corrupção corra solta. Um grade exemplo disso é a Copa de 2014 que acontecerá no Brasil, pare e pense se o nosso país está totalmente preparados para receber um evento deste porte, agora imagine quantos bilhões serão e já são investidos em uma estrutura gigantescas para que isso ocorra. O país está correndo contra o tempo, pois temos só quatro anos para melhorar vários fatores como transporte, estadia, segurança e etc.
 Tudo isso é uma loucura, a copa no Brasil será a “Copa África 2010, Parte II”. Pare e pense, na África foi tudo muito lindo, belas imagens, povo alegre, tudo em seu lugar, mas isso é porque ninguém olhou o que havia atrás das câmeras que gravavam estes momentos. Você acha que a fome e a miséria acabaram com o evento? Não, os problemas foram apenas “varridos” para de baixo do tapete sobrando apenas a “burguesia” sorrindo, vendo os jogos e claro, nós todos ficamos hipnotizados na frente da tv sorrindo e dizendo “Que lindo”. Bem, podemos dizer que nem tudo é tão ruim assim, haverá vagas de emprego, mas será que a população está capacitada para preencher estas vagas? Haverá muitos requisitos, como por exemplo, falar outro idioma entre outras coisas. O governo não supri estas exigências, tais como cursos técnicos, tudo é pago e o preço é alto e nem todos tem condições. Até quando suportaremos isso?...

 Este foi um dos meus trabalhos de filosofia do ano passado, gostaria da participação de vcs opinando, se concordam comigo ou não :) Isso pra mim é importante, pois gosto de saber se sou a unica a pensar desta forma, se estou sozinha ou não, obrigado.
sexta-feira, março 04, 2011

Próxima parada, felicidade


 Como podemos descrever a vida? (Eu sei que é assunto chato pra cara... Mas vamos continuar, certo?).
 Bom, eu descrevo da seguinte forma: ela é um ônibus, um para cada um de nós com suas rotas. Em alguns momentos a estrada é asfaltada, perfeita, sem falhas, mas as vezes o caminho é de terra, outros com buracos e até pedras. Podem ser pedras grandes ou pequenas.
 Certas vezes, algumas rotas podem se cruzarem e deixar uma marca. Posso chamar essa marca de saudade e ela sempre em algum momento nos machuca, mas ao mesmo tempo nos deixa na expectativa de que as rotas se cruzem novamente e até mesmo sigam juntos.
 A saudade é muitas vezes pode até mesmo servir como um tempero, é como o açúcar do café, mas se for posto em excesso ou misturado muito, enjoa e só nos aborrece mais.
 Estou (quase) esquecendo de falar sobre as paradas. Tem aquelas que sempre queremos parar: amigos, flores e amores. E há aquelas que não queremos nem chegar perto: tristeza, tédio e remédio.
 As vezes ficamos tão desesperados querendo apenas as coisas boas - e com toda razão, lógico! - que acabamos parando na pior parada e não conseguimos sair, parece que as soluções jamais serão alcançadas. Em vez de enlouquecer, por que não analisamos a situação, a estudamos e aprendemos uma lição? Assim conseguiremos saber o que fazer quando nosso ônibus teimar em parar novamente no caminho pedregoso.
 O que tenho certeza é que todos nós procuramos apenas uma parada, a parada da felicidade.
domingo, fevereiro 27, 2011

Literatura de luto

 O escritor gaúcho Moacyr Scliar (620)
 Hoje a literatura gaúcha (mas também a brasileira e até internacional) está de luto com a morte do escritor Moacyr Scliar que faleceu na madrugada de domingo (27/02/2011) por falência múltipla dos órgãos. 

 Ele sofreu um acidente vascular cerebral isquêmico (AVC ) em 16 de janeiro, enquanto se recuperava de uma cirurgia no intestino, e desde então estava internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. O velório deve ocorrer no salão Júlio de Castilhos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, a partir das 14 horas, e o sepultamento será na segunda-feira, em cerimônia reservada a familiares e amigos.

 Todos nós gaúchos sentimos muito por esta perda, esperamos que ele esteja nesse momento em um lugar melhor :'(

sábado, janeiro 29, 2011

O alto que deixa baixa


 E depois da chuva ainda fico pensando, será que o sol surgirá novamente? Jamais tenho essa certeza, não conto com novas possibilidades, acredito que um raio não caia duas vezes no memso lugar - mesmo caindo até três vezes.
 Como será o depois, o amanhã? Sempre procuro saber se a chuva irá retornar, se irei ver os mesmo rostos e viver no mesmo lugar. A ansiedade do futuro, o desejo do presente. Minha vida na maioria das vezes é o dia seguinte. Tenho que lembrar mais vezes de viver o hoje.
 É só chegar para querer voltar, é só voltar para querer ficar mais. As vezes nem sei o que quero.
 Mesmo pensando no próximo dia, ainda me pergunto se ele realmente virá ou se tudo é uma farsa.
 Agora me consetro no agora, sinto a brisa da chuva e ouço com atenção as tromenta. A chuva de certa forma sempre me alegra, assim como os dias nublados e frios. Onde todos encontram tristeza e melancolia, encontro paz e tranquilidade.
 O agito não serve para mim; o silência e o vento são acolhedores como colo mãe, já o calor me trás a solidão e o desanparo, é como ganhar uma surra.
 Se hoje estou triste, a culpa não é da chuva, a culpa é da alta temperatura que sempre baixa minha auto-estima.
domingo, setembro 26, 2010

Partiu...

Ontem (25/09/10) meu cachorro, Cebolinha, se foi :( Ele tinha 12 aninhos, bem velhinho, eu tinha dele desde que tinha 3 anos, foi difícil.

E vc, já perdeu um bixinho?

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