Hoje eu até cozinhei e lavei; fiz papel de dona de casa por instantes, brinquei de casinha na vida real.
Sim, as unhas que pintei ontem a noite não possuem mais pontas, se foram com o sabão, mas dane-se!
É bom se sentir de casa as vezes.
Depois procurei liquidações em vez de ler, ainda pretendo ler hoje, já vou.
Gosto mesmo é de ler em movimento. Não sei... parece que as palavras - mesmo tremulas - fazem mais sentido e assim, me apaixono mais rápido pelo personal principal.
Bah, e agora mesmo parei de escrever para ir atrás da banda que ouvi hoje na rádio, era muito boa mesmo. Mas isso é assunto pra outro dia.
Pois é, sou assim: mania de fazer mais de três coisas ao mesmo tempo, detesto e amo isso ao mesmo tempo. Consigo agilidade e atraso, tudo junto!
E voltei a música, ou melhor, o clipe. O que me chamou tanto a atenção foi que há muitas pessoas em atividades cotidianas, filmando a si mesmas e eu gosto de observar pessoas.
Sim, estranho habito, mas gosto de observar pessoas; o que fazem, como fazem; como andam, com quem andam. O que será que estão pensando? Onde moram?
Fico refletindo tudo isso, imaginando histórias de vida, manias, defeitos, qualidades, parentes.
Ok, já falei demais de uma mania bizarra minha. Sei lá... gosto de pensar na origem de tudo, creio que seja este o motivo por eu ter optado fazer história.
Agora, em vez de tentar lembrar como iria finalizar isso, me distraí cantando uma canção, uma das minhas preferidas que se chama "Aeroporto". Um filme passa na minha cabeça quando escuto... E novamente imagino as pessoas e suas vidas, é um ciclo vicioso.
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sexta-feira, março 15, 2013
sábado, dezembro 29, 2012
O limite indicando o fim
Porém o pior não é a linha acabar, mas sim descobrir que foi a ultima página em branco do caderno.
Poucas vezes consegui a façanha de terminar um caderno, escrever até não haver mais espaço na ultima folha.
A sensação era de missão cumprida, finalizada com sucesso, ficava feliz com o ocorrido, pois já sabia que iria se acabar.
Mas e quando não percebemos que estamos chegando ao fim? O susto é doloroso, saber que teria muito mais a dizer e ser interrompido.
Se guarda tudo na mente e ali se fica remoendo o final, não tem como aceitar um fim assim, de repente! Dói.
Para ajudar, lemos todo santo dia o caderno, relemos toda história até chegar ao seu fim forçado e tentar encaixar algo para continuar, mas nada se encaixa! Não há espaça, não há chance alguma, porém dói desistir e dói também insistir.
De tanto insistir em dar continuidade, chega a hora de cair em si e aceitar que aquele sim era e sempre será o final da história. Deve ser assim e está sendo, ponto final.
Só é bom rezar, para a vontade de continuar não tomar conta novamente.
quarta-feira, abril 11, 2012
As opiniões formam o mundo
O ano começou totalmente diferente dos outros pra mim. Responsabilidades, cargos, desejos, tudo novo! Foi "ano novo" de verdade em quase tudo, até mesmo nos problemas que estão me fortalecendo -mentalmente e fisicamente, por mais incrível que isso pareça.
Velhas manias continuam e são aquelas da época de criança, assim como algumas paixões -não por pessoas e sim coisas da vida. Estou cada vez mais tentando buscar conhecimentos, por mais bobos que possam parecer, quero poder afirmar coisas, provar outras e o principal, me defender! Me defender do mundo, da sociedade.
Quero e estou agindo diferente, aos poucos, mas sinto progresso, quero chegar no outro ano diferente. E esse novo ano pode estar longe ainda assim como já está perto, tempo e suas "trolladas". Vejo as coisas passando e realizando-se, sinto certo orgulho quando ajudei algo a se formar, estou amando poder ajudar em certas coisas a minha volta.
Porem nem tudo estão sendo flores no caminho, pressão da sociedade e do mundo está sempre aumentando, ao mesmo tempo busco armas para poder lutar, não irei me render quando já tenho opinião formada. Não gosto de entrar nesse assunto, não por falta de argumentos ou seiláoque, mas pelo cansaço, desgaste e o final que isso tem... O assunto é religião.
Mais do que nunca estou caindo no meio de testes com minha fé e crenças, quase todo dia tenho que "matar um leão" em função disso. Antes de qualquer coisa, sim eu sou católica apostólica romana e a "perseguição" está no dia-a-dia, a cada momento que defendo aquilo que creio.
Não tenho intuito de converter nenhum ateu, se por acaso eu conseguir algo do tipo, ótimo, mas quando irão entender que não quero provocar ninguém? Quando irão entender que quando digo que amo a Deus não estou querendo impor isso? Há um diferença muito grande entre tentar impor, converter e apenas demonstrar minha opinião e crença.
Pode me deixar sem argumento, sem como provar alguma coisa, mas entenda uma coisa: isso jamais irá fazer eu crer menos, pelo contrário, irá apenas fazer com que eu corra atrás de entendimento, oração, fortalecimento para estar cada vez mais preparada para o mundo, para poder erguer a cabeça e dizer em bom tom que "tenho sim 17 anos, sou como qualquer jovem e creio e amo a Deus"; te ofendi dizendo isso? Não me ofendo quando alguém diz "Deus não existe".
Isso foi um desabafo sim, quem não gostou apenas feche sua janela e vai ser feliz, só não deboche da minha fé quando não te julgo por tu crer e ser aquilo que tu és. Jamais vou julgar alguém por um motivo tão idiota quanto esse, assim como há cristãos bons, há ateus bons; assim como há cristãos de fachada, há os "sou ateu graças a Deus" muitas vezes pela pressão social. Temos direitos de defender tudo aquilo que cremos, porem é importante saber o limite de tudo, ver que provocar, debochar, questionar tanto não leva a nada, apenas discórdia.
Seja qual for a crença ou a verdade, respeito a todos igualmente também esperando respeito dos mesmos :) pois a pesar de todas as diferenças -que consequentemente formam nosso mundo-, creio que todos temos uma coisa em comum: a esperança de um amanhã melhor.
Boa semana a todos.
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sexta-feira, agosto 26, 2011
terça-feira, agosto 02, 2011
Que cara tem meu mundo?
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