Admito que tenho medo de ser assaltada na Redença, deito o cabelo pra pegar o TM quando é preciso ir a Alvorada (ta, e vou poupar piadas, abraço pra galera de lá ;) e não, minha mãe não rancho.
Saudade do pala azul, pena que ficou pequeno... Dá até vontade de usar, mas fica mais feio que tombo com mão no bolso aquilo em mim.
É, pois é tchê, hoje não é 20 de setembro, mas e lá tem data certa pra falar do meu Rio Grande? Pois aqui a gente faz negrinho, brigadeiro é coisa do exército, carregamos comida em vianda quando é necessário, tomamos batida com torrada e não vitamina com misto quente. Paramos na sinaleira e empinamos pandorga, subimos e descemos lombas...
Véio, ser gaúcho é tudo de bom, meu!
Obs. Mateá vem de tomar chimarrão, tomar um "tame".
