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quinta-feira, abril 25, 2013

Amar, amar; amor!



Qual o segredo do amor?
Não quero entrar naquela questão científica do que é esse sentimento, que as vezes parece doença porque dói; parece droga porque te tira do lugar; parece bom porque te faz flutuar.

Tem gente que não sabe amar, como já dizia o querido Renato! Tem gente que acha que sabe que entende o amor, promete e grita que ama, mas no final só consegue machucar.
Nos meus longos sonhos e pensamentos que invento por aí, enquanto escuto ao rádio lá pelas 7h da manhã, muitos casais pedem para despertar amores e amantes. Pedem ao locutor para ler cartas apaixonadas, recados ou um simples "eu te amo" seguindo da música mais linda de amor.

Adoro essa parte da programação!

Sim, me pergunto "será que alguém fará qualquer coisa assim por mim um dia?", mas na verdade não me importo tanto com isso, não me importo tanto comigo, me importo em ouvir a reação de quem está sendo homenageado pelo amado ou amada ao vivo no rádio. Sorrio como boba ouvir aquele "...queria dizer que o amo também!" e flutuo ao ouvir as músicas.
É necessário apreciar o amor alheio para poder amar! É preciso ver o amor nos outros! Só é possível amar quando se consegue apreciar o amor do próximo!

Não é preciso entender, apenas conseguir sentir o sentimento alheio e não fazer cara feia para ele.
É preciso estar aberto, disponível para amar e entender quem ama, para poder ser amado - independente do tipo de amor.
E neste exato momento, termino de ouvir uma música que lembrei dele. É aquela  minha preferida, que fala sobre esperar ligar para perguntar se é tarde pra ligar, que ele e ela vão mudar... E não, não me machuca mais lembrar de tudo que passou - nunca irei esquecer! -, apesar de ter doído muito e por tanto tempo. Foi com o tempo que aprendi até mesmo a apreciar o nosso (quase) amor, que um dia chegamos tão perto de se tornar, quem sabe, uma realidade.
sábado, fevereiro 23, 2013

#DicaDeLivro: Mulher Perdigueira

 Para aquelas apaixonadas e ciumentas. E para aqueles que gostam destas apaixonadas e ciumentas! Se identificou com a frase? Então trago o livro ideal para você, do escritor e poeta gaúcho Fabrício Carpinejar: Mulher Perdigueira.

 Na minha opinião, Carpinejar é um dos melhores escritores de crônicas, pelo menos o que mais aprecio. Poder encarar a realidade e fatos cotidiano de outra maneira pode, as vezes, parecer até distante de nós e quase não fazemos, por isso nunca é demais uma crônica no dia-a-dia.

Sinopse
 "A mulher perdigueira sofre um terrível preconceito no amor. Como se fosse um crime desejar alguém com toda intensidade. Ela não deveria confessar o que pensa ou exigir mais romance. Tem que se controlar, fingir que não está incomodada, mentir que não ficou machucada por alguma grosseria, omitir que não viu a cantada do seu parceiro para outra. Ela é vista como uma figura perigosa. Não pode criar saudade das banalidades, extrapolar a cota de telefonemas e perguntas. É condenada a se desculpar pelo excesso de cuidado. Pedir perdão pelo ciúme, pelo descontrole, pela insistência de sua boca. Exige-se que seja educada. Ora, só o morto é educado. O homem inventou de discriminá-la. Em nome do futebol. Para honrar a saída com os amigos. Para proteger suas manias. Diz que não quer uma mulher o perseguindo. Que procura uma figura submissa e controlada que não pegue no seu pé."
 Carpinejar trás inúmeros fatos e observações sobre o que, para nós muitas vezes, passa despercebido.

Ficou interessado(a)? Pois você encontra o livro na Saraiva (R$39) e na Cultura (também por R$39).
Por hoje é esta a dica que tenho. Acompanhe o blog, pois ainda há muitas outras dicas de livros!

Xoxo.

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