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terça-feira, dezembro 01, 2009

My Chemical Romance sem rótulo EMO???

É o que está rolando na rede! Depois uma entrevista com Gerard Way, foi o que podemos perceber.



SEM MAIS angústia. Sem mais queixas. Sem mais se fazer de vitima. Quando My Chemical Romance reaparecer no ínicio de 2010 com seu 4º álbum, qualquer traço do "sofrimeto sou eu e isso tudo é sua culpa" será substituído por esse auto-conhecimento e auto-suficiente temas como "força" e "auto-preservação".
Sim, emo está morto. Vida Longa para o My Chemical Romance.

"Eu não queria definir as crianças que gostam de vestir preto por 20 anos atrás, não foi esse o ponto. Porque isto está nos levando tanto tempo para ser capaz de usar preto todos os dias".
Gerard Way solta uma risada. O Cantor está do lado de fora do Sunset Sound Studios em L.A., onde sua banda está na fase final da mixagem do novo álbum, ainda sem título, com o produtor Brendan O'Brien.
"Mas eu acho que você vai se vestir como se você ouvir The Cure todo tempo, você vai receber m... por isso".

Way não estava satisfeito com os relatos que crianças de preto estavam sendo feridas quando a banda tocou no Big Day Out, em 2007. E ele descreve os crimes de ódio dirigido às crianças emos com franjas assimétricas que varreu o México no ínicio de 2008 como "uma questão de direitos humanos".
"Isso literalmente não fazia nenhum sentido pra mim", diz Way. "Tudo se resume ao macho vs. emocional no final do dia. Vem a baixo à gutural, tendências violentas versus falar sobre seus problemas".

Mas, principalmente, Way não estava feliz quando ele pensou à frente para o que sua filha, Bandit Lee, nascida em Maio deste ano, poderia pensar quando ela pegasse o álbum anterior do My Chemical Romance, The Black Parade, e repensou como um adolescente. Será que ela veria seu pai e seus companheiros de banda como vítimas gemendo?

"Eu não sentia que nós estavamos", esclareceu Way.

"Eu sempre senti que havia uma grande dose de humor negro com qualquer coisa que estávamos fazendo. Mas eu sinto que foi mal entendido e mal interpretado, e de formas realmente estranhas. Essa é a coisa, porém, quando você coloca uma música lá fora, ela não é mais sua, é de alguém mais, e é deles interpretar como quiserem."

"Mas eu sabia que o poder que a banda tinha era de qualquer coisa que colocassemos a seguir, então nós poderiamos ditar o que nós estávamos dizendo, nós poderiamos ditar como é percebido a um ponto."
My Chem 4.0, ele promete, estará "muito explicitamente dizendo que nós não somos todos vítimas".
Way, seu irmão baixista Mikey, guitarristas Ray Toro e Frank Iero e baterista Bob Bryar começaram a pré-produção do novo álbum em Fevereiro.
"Nós começamos absolutamente do zero, não trouxemos nenhuma canção da estrada para o quarto", diz Way.

Tempo é um luxo que a banda nunca se consedeu antes, e Way diz todo-o-tempo-que-precisa editar levará a arte e tudo o mais que deve ser feito para o álbum.
Canções até agora (embora os títulos possam mudar) incluem Still Alive, Trans Am, Death Before Disco, The Only Hope For Me Is You, Black Dragon Fighting Society, Kiss The Ring, Boy Division e o maravilhosamente nomeada Save Yourself, I'll Hold Them Back.

Way diz que cada faixa é um "som de primeiro-audição", algo que vai agarrá-lo a partir do ínicio.
"Foi por isso que demorou tanto tempo, porque se alguma coisa não estava fazendo você ter esse sentimento, então foi embora e teve que ser substituído por algo que fez você se sentir especial", ele diz.
Austrália será a primeira a ouvir as novas canções na tour do My Chemical Romance, em Fevereiro, para o Festival Soundwave, embora o álbum não seje lançado até Março.

Outra coisa que você não encontrará no novo álbum é o aparato conceitual e a roupa notável que ajudou a enviar o The Black Parade ao estatus de platina na Austrália, Grã-Bretanha e nos U.S.A..
"Vamos trocar a palavra teatral para cinematográfico dessa vez", diz ele. "Se Black Parade foi um grande show de rock que estava cheio de teatralidade, então este é mais um momento do filme. Eu não acho que essa banda irá perder qualquer tipo de estética ou arte para esse - que sempre tem que estar lá. Significa apenas que não estamos fazendo o que sempre fizemos; mas não significa que não haverá nada de excitante em anexo a esse disco".

Embora musicalmente mais curtos e mais nítidas, Way é cauteloso de usar o termo "despojado de volta".
"Se alguma coisa é despojada de novo, é sinos e assobios e bandas e coisas assim. As canções estão agora menor que 4 minutos, ou talvez ainda mais curtas. Isso, para mim, está despojando-o de volta, aparando a gordura, limpando de qualquer tipo de indulgência fora da música".

Fonte: Gerar Way Brasil

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